Estreou a série Maldivas na plataforma de streaming Netflix. A trama se passa em um condomínio onde vivem mulheres ricas, bem-sucedidas e, aparentemente, felizes. Porém, no decorrer dos episódios, essas personagens revelam segredos obscuros sobre suas próprias vidas, forçando uma amizade que existe apenas para as aparências. Suas vidas se entrelaçam quando um assassinato acontece no condomínio, e a síndica está envolvida nele.
Maldivas é estrelado por Manu Gavassi, Bruna Marquezine, Carol Castro, Sheron Menezes, Vanessa Gerbelli e Natalia Klein. Cada personagem da série tem uma personalidade e estética bem características, sendo inevitável a comparação com outras séries e reality shows que focam em mulheres que escondem segredos por trás da carcaça de empresária ou dona de casa. Esse detalhe, portanto, é um diferencial quando a trama acontece num condomínio e mostra diversas situações erradas do comportamento da síndica.
Fica explícito que a primeira síndica roubava dinheiro do caixa, o que mostra a falta de controle, de conselho, de auditoria, entre outras coisas, e depois entra uma nova síndica que traficava drogas no bar da piscina do condomínio, sem citar, roubos, e a morte que cria todo o enredo da série. “A síndica roubava dinheiro do condomínio, houve uma eleição com vários pontos também equivocados e a nova síndica utilizava o bar para traficar drogas, e no final das contas, as síndicas são envolvidas numa morte dentro do condomínio. Eu como síndico fiquei incomodado por tratar algo tão sério de forma debochada”, falou Raphael Ferreira, síndico de um condomínio em Patamares.
Raphael Ferreira
Síndico
Atualmente, o condomínio tem a gestão pautada em valores e princípios com profissionais capacitados para evitar que situações como essas ocorram. “Mesmo sabendo que é uma produção de vídeo, não podemos normalizar atitudes criminosas em condomínios, ou achar engraçado o estereotipo que citam ali”, declara Raphael.
Sem citar o compliance condominial que é uma forma prática de prevenir fraudes e desvios de dinheiro dentro dos condomínios, assim como garantir a transparência e a ética dos vários processos do local. “Além disso, o compliance ajuda a evitar gastos desnecessários e ainda contribui para a valorização do imóvel. Já a falta de compliance pode custar caro por eventuais desvios de conduta”, explica Laiane Dantas, Advogada na Group Software, empresa especializada em sistemas de gestão para Condomínios, Shoppings Centers e Imobiliárias, e supervisora da Group Educa.
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