Ao fazer a desinfecção da piscina, a intenção é reduzir, a níveis aceitáveis, micróbios nocivos como bactérias, algas, fungos e vírus.
Apesar do desenvolvimento de novas tecnologias, o cloro ainda é o principal responsável pela desinfecção da água, pois é obrigatória a utilização de um método de tratamento que, como o cloro, deixe um residual de proteção na piscina. O produto da reação do cloro de piscina com a água é o ácido hipocloroso (HOCI) e o íon hipiclorito (OCl), ambos responsáveis por atacar os lipídios das células dos microrganismos, deixando-as oxidadas e inofensivas.
Métodos que utilizam “desinfecção alternativa” como, por exemplo, luz ultravioleta, gás ozônio e ionização não criam um residual de proteção na água. Logo, se algum agente infeccioso entrar em contato com a água da piscina, ele não é combatido imediatamente e isso pode acarretar risco à saúde dos usuários da piscina. Por isso, o residual de proteção é obrigatório e exigido pelo Ministério da Saúde.
A quantidade mínima de cloro que garante a proteção da piscina é de 1PPM (um grama de cloro para cada mil litros de água) e a máxima é de 3PPM. Sem uma quantidade suficiente de cloro, diversos tipos de bactérias podem se desenvolver na piscina: as bactérias Pseudomonas (que causam diferentes tipos de infecções, como otite externa), Shigella (disenteria), Legionella (pneumonia), E. coli (gastroenterite), o Norovírus (que causa gastroenterite) e o parasita Giardia (que causa infecção intestinal).
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